
O blog surgiu dessa grande amizade de longas datas, e nele será rabiscado os momentos e reflexões de nossas vidas e temas dos mais variados!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
50% é amor... os 50% restante também!

terça-feira, 23 de setembro de 2008
Explosão de amor - Marisa Monte

segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Eu sou nós!

O ser humano não nasceu para viver só!
Já dizia o filósofo quando mencionou o andrôgeno para esclarecer as questões do amor. Além do homem e da mulher havia o andrôgeno: dois sexos num único corpo. Como nunca fomos satisfeitos, estes seres subiram aos céus para questionar os deuses sobre sua existência, sendo banidos com a separação dos seus corpos, a fim de que dessa forma sofressem a vagar pelo mundo sentindo a ausência do outro. Assim, surge o desejo de estarmos juntos a alguém. Os androgênos quando se encontravam se abraçavam na tentativa de se fundirem em um só corpo novamente.
Sabias palavras...
Hoje somos nós seres humanos que saimos à procura desse outro, afinal somos incapazes de viver em solidão. Somos completos na presença de outra pessoa para nos amar, compartilhar nossas vidas e tudo o que ela trouxer sejam tristezas ou alegrias.
Somos completos quando estamos com alguém e felizes 100% (o que não tem nada a ver com maxismo) podemos ter felicidade em outros âmbitos da vida, como profissão, carreira, família, porém lá no íntimo sentiremos a falta da presença ... as vezes esse vazio demora uma vida para ser preenchido, outras vezes acontece mais de uma vez; superficialmente! Fora os que lutam contra esta certeza tão natural!
Podemos ser felizes de outras maneiras, mas com certeza ser feliz "junto" tem mais sabor!!!
Cathy
terça-feira, 2 de setembro de 2008
O paradoxo do nosso tempo - George Carlin

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.
domingo, 31 de agosto de 2008
Teia de Aranha!
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Amizade

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Comunicação

sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Lábios!!!

quarta-feira, 30 de julho de 2008
O cravo - B.B.M.

Era meados de Abril. Os raios de sol do verão ainda queimavam minha pele, o calor deixava meu corpo sempre aquecido, mas esta estação já estava quase tirando suas prolongadas férias periódicas. O outono estava para chegar. As árvores já tinham começado a enfeitar o chão com suas belas folhas, os cantos dos pássaros eram sinfonias diante de tanta tranquilidade e o vento acariciava toda essa beleza natural. As tardes traziam um doce pôr do sol e, logo após, uma noite silenciosa. Mas esse mês cheirava novidade. Ainda não conseguia distinguir o cheiro. Talvez fosse só as alfazemas de meu jardim, mas havia algo estranho ou, no mínimo, diferente. O aroma era distinto e muito agradável, e tinha a certeza que vinha do meu quintal. Meus olhos brilhavam, mas não conseguir desvendar tal surpresa maravilhosa. Conhecia minuciosamente cada fragrância das plantas que cultivava. Foi então que vi entre as rosas do meu jardim: um cravo. Ele era bastante discreto e tímido então se escondeu com vergonha. Mas suas bochechas rosadas não conseguiriam se ocultar por muito tempo de meus olhares. Não mesmo! O tempo foi se passando e uma amizade sólida e sincera foi se estabelecendo. Sentimentos como: carinho, respeito e consideração foram sendo construídos e a timidez se tornou preterida diante de tanta afinidade. O cravo era simplesmente quem me consolava quando a vida tentava me dá uma rasteira. Docemente, de forma educada, me sedia suas pétalas como lenço de papel. Era um verdadeiro gentleman. Não foi difícil me acostumar com tão adorável companhia. Havia criado até uma certa dependência, pois nele podia confiar. Com ele me sentia livre. Eu era simplesmente: EU. Não precisava esconder minha hiperativida em certos dias (ainda me olhava assustado, mas se divertia com minhas loucuras) e conseguia até mostrar minhas fraquezas, embora quisesse sempre me mostrar como uma fortaleza. Anos de aprendizado se passaram, mas um dia o cravo anunciou sua partida. Como sempre: tentei ser forte. Menti para mim mesmo e aproveitei nossos últimos dias como se o dia da partida jamais fosse chegar. Mas meu lado racional estava ciente de tudo. Era uma oportunidade ímpar de crescimento pessoal e profissional para meu amigo, e cada conquista sua era minha também. Vibrava com suas vitórias. Queria seu sucesso. Meu jardim não é mais o mesmo, mas ainda sinto teu perfume, assim como, todos que compartilharam de sua companhia sentirá. O atencioso cravou marcou minha vida e quando a saudade for tão grande que não couber mais em nossos peitos, simplesmente, um reencontro se fará indispensável. Espero que não demore, pois sinto muita falta de conversar com o amigo cravo. Uma verdadeira amizade nunca esquece!!!
Ass: Mandinha
terça-feira, 15 de julho de 2008
Música
