quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ama ... é como morango e chantilly


Em tempos de manhãs ensolaradas, nas quais os raios solares incendiavam o seu sorriso via-se o reflexo como um espelho em distorção da real imagem. Ao guiar o olhar em direção ao horizonte: ah, esse parecia não ter fim!
- quem cria os limites somos nós mesmos. E que visão bela do infinito, romântico infinito com brisa perfumada, campos seguros e macios. O sabor, então, era inigualável nunca experimentado antes; incapaz de deixar produzirem cópias ou algo ao menos semelhante. Na realidade, era como se houvesse vida perfeito no interior a esfera de cristal que se quebrara. As estações não mudaram, o clima é o mesmo, porém a perspectiva nada compatível. Ousou-se experimentar por duas vezes o inesperado e se perder no canto das aves e balançar das árvores. Por vez negada se banhou da escuridão da noite e as portas se trancaram por mais uma vez e agora a encruzilhada. De um lado: medo e do outro a felicidade prometida. O primeiro amargo, solitário, confuso e sem gosto. O segundo espontâneo, aquecido, doce.
Imagens estáticas, doces lembranças... é verdade!
O sol pode mesmo invadir os espaços e iluminar um sorriso, esquentar o sentimento.
Ama o motivo do sorriso;
Ama a "despretenção" de estar;
Ama a disponibilidade de sentir;
Ama coragem e verdade de amar;
Ama a imagem criada;
Ama o gosto a representação, tão somente o ideal inventado!!!
é doce, uma combinação perfeita tão suave que produz inúmeras sensações como efemeridade, no entanto, no instante que se prova não se deseja deixar pra trás... morango e chantilly.
cathy

domingo, 26 de julho de 2009

Todas as cores


A noite estava colorida. Um colorido que há muito não se via. Tão inusitada estava que foi possível notar a passagem de alguns cometas “externalizando” uma beleza que somente esse céu possui. Os rostos se misturavam, no entanto, alguns sorrisos se destacavam na multidão contemplando a representação do mais belo em suas vidas.
O motivo? Talvez a explosão de alegria por estar na presença daquele que ama a companhia de amigos queridos e distantes, ou até mesmo pela emoção de mais uma vez se juntar a todos os outros.
A trilha sonora arranhava naquele lugar e não se encontrava a vontade, embora a voz que a embalava era dotada de tamanha autenticidade. Algumas letras estimulavam lembranças contidas motivando deliciosas gargalhadas mesmo daquele que se contraía negando conhecer a sua origem. Os mais sombrios por debaixo da mesa coreografava com os próprios pés.

Um dois nem três copos clarearam a face escura da amargura.
Quando a imagem mudou tudo foi festa literalmente familiar: cabelos, olhos, ritmo! Verde, florido, preto, azul, branco e cinza deslizaram no salão, por mais que o azul claro e o amarelo se esquivassem quase faltou espaço no grande vazio.
E lá em cima a felicidade estampada daqueles que não se quer ver. Dois é igual a um! Não há matemática e todas aquelas operações capaz de provar o contrário.
Como pintura seria um borrão, as cores até poderiam ser vibrantes muito mais pela intensidade que eram mostradas do que pelo “tom”. Era um branco que quando combinado com o restante tornava-se apagado e na soma com o amarelo (nem mesmo dourado... passava despercebido).
Tanto faz... Nada mais pode mudar o colorido ou o destino do arco-íris, pois que suas cores são fechadas numa dupla só. Para o olhar de quem está de fora será sempre preto e branco, preto no branco.



"eu preciso andar um caminho só

vou buscar alguém

que eu nem sei quem sou"


Cathy

quarta-feira, 17 de junho de 2009

São joão é na terrinha!!!!!!!!!!!!!!



A festa de são joão está chegando e dizem que nesta terra é a melhor época do ano, isto porque esse povo é forrozeiroooooooo!!!!! Então vamos curtir os festejos juninos e ariar a fivela, (rss)!!!!!

pra entrar no clima o forró da Estakazero:

Como é bom te ter

Ó menina prenda do meu coração

Como é bom sonhar

Com tu pegando em minha mão

Me levando pra outro lugar

Pra gente se em cama pra gente se amar

Quanto tempo sem te ter

Faz doer

Quanto tempo sem lêlêlêlêlêlêlêlêiê

As canções que eu te fiz

Numa frase que dizia assim

Encosta n'eu dá um cheiro n'eu

Seu corpo no meu corpo deixa doido eu

Encosta n'eu dá um cheiro n'eu

Seu corpo no meu corpo deixa doido eu!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

como pode ser?

O ímpeto, o estalo.
Não foi o alarme do despertar de seu sono profundo, mas algo forte o tocou. O susto que o fez acordar para as responsabilidades, para uma vida repleta de tarefas rotineiras, exaustantes fez emergir naquele momento o desejo de revirar-se... dá uma "reviravolta".
Vira, "revira-se"!
Aquele temporal que se instalou há tantos dias escureceu, umedeceu os ambientes, escondeu as verdades fingidas, transbordou as valas dos pensamentos teimosos, enxarcou elevadores e alma fez "mofo". Não havia naquele silêncio ensurdecedor outro ruído diferente das janelas a vibrarem de emoção pelo novo estado, o vento uivando levando boas novas.
Oito, nove, dez horas se passaram, no entanto, o tempo se imortalizara, estanque. O ponteiro dos segundos, talvez por preguiça ou pura falta de motivação simplismente não se agitava no relógio digitalizado.
Perdeu a noção do tempo.
Dez lances, incontáveis degraus quebraram o ócio, aqueceu o corpo e toda calmaria se tornou ofegante. A cada um que subia na marcha lenta adiava a necessidade imperiosa de decidir...
O corte de cabelo?
A moda do inverno?
A melhor mandiga?
O que faria no lugar dela?
Será que é paixão?
Esse é mesmo o melhor percurso?
(...)
As nuvens se derretiam em volumosos litros e litros, o dia substituia a noite, porém, o tempo continuava escuro. Ainda assim houve determinação na força do brilho do sol que há muito não se via, quase não deixando lembranças.
As palavras mais sensatas suavizadas pelo romantismo inerente ao ser e a coerência do estado de equilíbrio fizeram germinar as boas novas!
Os dias exibem um outro colorido depois que se notificou mais um erro, do arco-íris ao cinza. O pecado, esse não foi pelo excesso, mas pela contenção de algo que deveria ser esbanjado. O que poderia ser um buquet de rosas vermelhas, nem ao menos desabrochou o botão, pois a escolha feita foi pelas flores do campo de pouco conhecimento na região, de outros jardins mais distantes, embora com uma grande beleza e mudas enraizadas no canteiro de futuro promissor.
Como pode ser, então, os próximos dias no convívio do "SE"?
365 dias se completam, mais uma vez com um nó na garganta... primeiro aquela viagem de quilômetros a perder de vista, apenas observado através do olhar daquele que não se podia ver. Não se embala o desejo reprimido com este arranjo musical, mesmo tão conhecido. Aquele decepção superada, este dor e vazio desmedido.
Um pelo outro, mas nunca outro pelo um.
Cathy

sábado, 28 de março de 2009

vem renascido o amor....


Posso ouvir o vento passar,

assistir à onda bater,

mas o estrago que faz

a vida é curta pra ver...

Eu pensei..

Que quando eu morrer

vou acordar para o tempo

e para o tempo parar:

Um século, um mês, três vidas e mais

um passo pra trás?
Por que será?...

Vou pensar.

Como pode alguém sonhar

o que é impossível saber?

Não te dizer o que eu penso

já é pensar em dizer

e isso, eu vi, o vento leva!

Não sei mais

sinto que é como sonhar

que o esforço pra lembrar

é a vontade de esquecer...

E isso por que? Diz mais!

Uh... Se a gente já não sabe mais

rir um do outro meu bem então

o que resta é chorar e talvez,

se tem que durar,vem renascido o amor

bento de lágrimas.

Um século, três, se as vidas atrás

são parte de nós.

E como será?

O vento vai dizer lento o que virá,

e se chover demais, a gente vai saber,

claro de um trovão,se alguém depois

sorrir em paz.

Só de encontrar... Ah!!!

(- O vento - los hemanos).

Cathy

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

FELICIDADE


Alguem é capaz de medir o tamanho e a intensidade da felicidade?

É um momento feliz...

Um estar...

Tempo

Momento

Sentimento?

ah, sim... uma dádiva!

Uma explosão de emoções que transborda por nossa alma

Que aquece os corações e nos faz flutuar!

É fazer dos olhos de quem se ama um espelho;

É abdicar de tanto para colher mais tarde;´

Uma vitória;

Conquista...

É o que passamos uma vida para alcançar... FELICIDADE!!!


Cathy

sábado, 27 de dezembro de 2008

Adeus ano velho, feliz ano novo...

Mas um ano está chegando!!!
É tempo de renovar as forças e energias para uma nova jornada que se inicia. Novos planos, novas metas.
Alegrias, conquistas, tristezas, decepções que fazem parte de nossas vidas independente do dia, mês e ano.
Se despejamos tantas esperanças para o dia de amanhã, então por que não acreditar que o ano novo pode trazer grandes mudanças?
Para o ano que vem vou anotar em meu caderninho todas as coisas que não devo repetir, pois estas vão embora junto com o ano velho, já que trouxeram um aperto no peito. Vou utilizá-las apenas para refletir sobre as minhas atitudes pra que o saldo seja sempre positivo. E fazer muitos planos... incontáveis neste ano que transformará minha vida!
No próximo ano vamos plantar em nossas vidas apenas frutos positivos que nos traga alegria e aqueça nossos corações. Vamos dá valor àqueles que nos amam verdadeiramente e nos abrir para novas experiências. Curtir com prazer a presença daqueles que nos quer tão bem, nossos grandes amigos. Nunca esquecer do quanto amamos e precisamos de nossos familiares. Viver com mais saúde, com menos pressa, mais alegria. Telefonar, escrever, abraçar e acima de tudo sorrir bastante... enfim, nos RENOVAR!!!!!!!
FELIZ 2009!!!!!
cathy


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

esse olhar




O seu olhar mareado cintilavam devido as lágrimas que alí repousavam, mas não caiam sempre, apenas umedeciam um olhar esperançoso que vacilava sem direção. Grandes e arredondados levam consigo lembranças da lua cheia... dos amantes, das donzelas... Escuros da cor da noite que faz um par com esta lua.
São capazes de captar todas as belezas do mundo e guardar grandes segredos; aqueles nunca comentados.
Os seus poderes nunca foram além de provocar incontáveis derrotas naqueles "vilões" de coração de pedra, sem sentimentos, pois não trouxeram o grande amor que está presente nos seus sonhos de corpo e alma. Com carinha de criança e lacinho na cabeça, possui olhares reveladores que desejam expressar os desejos e sentimentos mais contidos, na tentativa de viver um grande amor, que foi negado, que não foi possível de acontecer ainda.

Cathy



domingo, 9 de novembro de 2008

a espera é....


Aqueles quatro ou cinco meses de pura fadiga, em que se acreditava não haver esperança para que certas obrigações fossem cumpridas, em meio a riscos, rabiscos, muita borracha utilizada ao fim... os dedos calejam em pressionar aquele material repleto de letrinhas donde suas idéias, palavras e teses são reproduzidas. Os olhos lacrimejam por permanecerem visualizando nada mais que textos. Aquela luz irradiante não vem do sol, pois se fosse remeteria à imagem do mar e assim, resplandeceria de tranquilidade!

Noites, e dias passam numa velocidade inalcansável, mas os desejos continuam presentes, porém projetados para o futuro.

Há muito não se pratica um esporte, ou outra atividade neste fim, apenas malham os dedos, nervosos de baterem no mesmos sentido, e a mente. Quantas saudades das noites perdidas, daquelas bebidas que os anos não trazem mais...

Agoram são prazos que fazem o tempo encurtar, o qual não é mais tão aliado. A solidão apertou, porque a vontade de estar entre aqueles que ama, reciprocamente, era maior, e só assim aquelas conversas proibidas, a falta de tato seriam finalmente expostas à mesa e retiradas do baú.

Nem aqui nem acolá, nem quilômetros a mais nem a menos serão capazes de transformar algo que se carrega lá no fundo, sem cor, som ou cheiro, maior nem menor, mas a presença é impertinente, mente e corpo em sintonia.

Mais quatro ou cinco meses pela frente.
Cathy

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mulher sem razão - Adriana Calcanhoto


Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou
Caia na realidade, fada
Olha bem na minha cara
Me confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Ao cair da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio
Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dê um pouco de atenção
Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não dá em nada
É uma festa na prisão
Nosso tempo é bom
E nem vemos de montão
Deixa eu te levar então
Pra onde eu sei que a gente vai brilhar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Batendo travado
Por ninguém e por nada
Na escuridão do quarto
Ouve o teu coração
Ao cair da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio