domingo, 1 de setembro de 2013


Pela segunda vez...

 
 
 
Pela segunda vez, o amor...
De todas as reflexões já feitas, a possibilidade de se apaixonar de novo pela mesma pessoa parece no mínimo um conto, lenda, ou até mesmo enredo de novela.
Até se encontrar na encruzilhada com o amor, antigo conhecido.
Nesse reencontro não há tempo para meias palavras, talvez, se, ou não sei...
Pela segunda vez não há como deixá-lo escapar... Há pressa! Planos, sonhos.
Pois, a vida sem amor não tem valor.
Queria poder tocar seu coração e dar garantias de que a felicidade é certa, para que ele possa aceitar a nova realidade e o balançar de asas das borboletas no estômago.
Como o amor, conhecido de outras eras, é capaz ainda de tirar o chão, causar ansiedade, arrepios e tremores?
Os personagens se embaralham em todo decorrer da história e se perdem, e se afastam e temem um futuro antes prometido.
Se um deles assume o papel de iniciativa o outro recua confiando no tempo o grande senhor das causas, o expert dos futuros, aquele de quem sempre esperamos e em quem depositamos a culpa de uma vida inteira.
Como conviver com tamanha dúvida? Como tentar se relacionar novamente se o coração está pela metade?
Queremos ser inteiros e mergulhar no amor mais sublime

sábado, 2 de julho de 2011

Sob o olhar...



Nossa vida é contada a partir do olhar dos nossos amigos.


Quando pararmos para avaliar todos os acontecimentos de nossas vidas e o que nos fez sermos quem somos HOJE, perceberemos que grande parte se deu pela participação e interferência destes AMIGOS.

Família, colegas, amigos.

Nos primeiros momentos de nossas vidas são eles que nos recebem de maneira desprendida e desinteressada.

No bairro, vizinhança, nos aproximamos sem medos aparentes com naturalidade comum às crianças.

Da infância de brincadeiras, são eles que nos ensinam as melhores:boneca, jogos de montar, brincadeiras de rua, esconde esconde, pula corda, passeios de bicicleta, etc.

Na adolescência, o brigadeiro de panela, sessões de filme, banhos de piscina no clube, programas à noite, festas, aniversários, azarações.

Todos os momentos, os fatos, as experiências de vida (as melhores), foram obtidos, através destes anjos que escreveram nossa história.

Grandes momentos;

Valiozas experiências;

Incontáveis divertimentos;

Estabelecimento de muitos vínculos;

Elevação da auto-estima...


Os melhores devemos a eles, pois amizade é um encontro de almas.


Catarina.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Pedaço de mim - Chico Buarque


Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi
Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus

quinta-feira, 10 de junho de 2010

lembranças para toda a vida

Eu três e ela dois.
Eu chorei e sempre chorarei
chorava quando não te via, chorava de saudade: quando se mudou, quando viajava, quando foi embora;
Te esperava para brincar, esperava terminar a mamadeira, o lanche, o jantar;
Ouvíamos Xuxa, historinhas de chapeuzinho, patinho feio e os três porquinhos na sua radiola;
Rodávamos o retroprojetor e víamos as imagens correrem na parede do quarto;
Brincávamos na rua, em casa, no quintal de baleado, esconde-esconde, salve a latinha e polícia e ladrão, veja só, até comércio fizemos!
Corríamos, pulávamos elástico; caímos e levantamos na bicicleta quando te ensinava a andar;
Brigamos, puxamos os cabelos longos e escuros que sempre estávam no mesmo comprimento;
Saímos, paqueramos, dançamos o tchan, a garrafa, desfilamos e no auge... sentávamos (você queria, ué!?);
Festa boa mesmo era de criança, as nossas, da nossa infância feliz... sempre espreitando na borda das mesas, tantas fotos!
Amadurecemos e tentamos vestibular algumas vezes e ela entrou primeiro como também se formou primeiro;
Um ano depois foi a minha vez;
Na sua formatura, chorei de emoção e na minha chorei de felicidade por tê-la comigo e mais uma vez, mais um capítulo das nossas vidas compartilhado;
Fizemos planos: bom emprego, casamento, família, filhos;
Estudamos loucamente para vencer a nova etapa;
Ela convicta, crente, cheia de esperança, sempre muito dedicada;
Eu triste, decepcionada, as vezes sem fé;
Ela continuou, se aprofundou;
Eu praticamente desistia com as derrotas;
Mais uma vez o destino nos presenteou e por alguns meses pude visitá-la com mais frequência, sem saber que esses eram os últimos momentos dela... mas como saber?
Ela lutou, se esforçou e se entregou para alcançar a meta que impôs;
...
Dois meses antes do fim fez planos de que a partir daquele momento seria feliz (infeliz não era), mas desejava ter e fazer o que no momento não era permitido: Curtir a vida!
E como ela era alto astral, transmitia uma paz que toda vez que a via, como também na última delas, recebia uma injeção de ânimo;
Ela se foi!
Tudo mudou no mundo em que eu vivo, é uma dor insuportável, um vazio que as vezes tira o ar, por que na realidade foi uma parte de mim que Deus levou, não existe nenhuma lembrança da minha vida sem ela;
Perdeu o colorido por que ela era primavera;
Peço a Deus para curar esta dor e iluminar sua jornada;
À ela só agradecimentos eternos da nossa amizade que vai além da vida;
Hoje eu sei que ela foi um anjo de luz, um presente que eu recebi quando criancinha;
Que você encontre a paz, Lare, aquela de que tanto preciso, tão difícil, você sabe!
Queria poder te abraçar, segurar sua mão, me despedi;
Não estive com você, não dividi a sua dor, não falei que te amava de novo e o quanto você era uma pessoa excepcional;
Tudo são lembranças de uma vida...
O olhar mais sincero, lindos e verdes
O sorriso mais perfeito
Uma alma linda, generosa, leal, companheira e sensata
Um jeito meigo, carinhoso que só ela tinha... tão cativante!
AMIGA, não a irmã que eu sempre quis ter.
Jamais te esquecerei...
Uma vida de lembranças são 23 anos de amizade
Nossos corações estarão sempre unidos
Difícil viver sem ela, acreditar no que aconteceu e impossível aceitar!
é como um pesadelo do qual nunca despertarei
Todos esses poucos dias, quando consigo dormir repito para ver se é verdade. Como entender que não terei mais minha amiga?
Sem risadas, abraços, conforto, conselhos?
Ela só queria ser feliz e era convicta de que essa felicidade estáva próxima, agora improvável. Sempre dizia: relaxe, tudo vai dá certo!
É uma dor que nunca sentir, tão difícil falar de você no passado, Lare.
Deus guardará o melhor para você, vou têr fé que sim
te amo para SEMPRE, amiga linda.
Cau

terça-feira, 16 de março de 2010

A ARTE DE NÃO ADOECER

"A arte de não adoecer"
Dr. Dráuzio Varella

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer - "Tome decisão"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Casa de vidro

A bonequinha de louça vive na casa de vidro.
Poderia ser de pano.
Poderia ser de plástico,
Outrora um simples rabisco.
Mas, é de louça; quebradiço.
Por tantas vezes caiu
Por tantas vezes chorou e não se levantou.
Remendo, conserto, cola, configurou-se.
Nunca mais foi aquela que esteve à venda na prateleira.
A bonequinha de louça vive na casa de vidro.
E por ser de vidro é penetrável, clara, insípida
Transparente a quem quiser ver suas rachaduras e disfunções através do espelho.
A casa é vazia, não tem alegorias.
Nem de carnaval...
Não se comemora a páscoa, são joão, e sem sentimentos no natal.
É silenciosa, espaçosa, sem visitas, sem amigos.
É solitária, sozinha no mundo de quem a criou.
Mesmo quando morava na loja rodeada de pelúcias e barbies não era diferente de como se encontra na casa de vidro.
É, não foi a poeira, o esquecimento, o lugar no alto, nem o manuseio.
Foi desde o começo, do planejamento e da primeira costura... de louça... frágil.
Porém é linda e seu riso ilumina o mundo, estampado, pintado, basta que se desvende o seu manual.

Cau

O colorido da vida

O mar, areia, cachoeira, dia, banho;
Biscoito passatempo, empada, salada, brigadeiro, peixe;
Vodka, cerveja, uísque, água de coco;
Chico Buarque, Djavan, rock internacional, som alto;
Churrasco, piscina, pagode, casa cheia;
Pôr do sol, ponto turístico, mãos dadas, fotografar, brisa;
Agitação, boate, forró, funk, balada;
Queijo, vinho, dormir abraçadinho, namoro;
Abraço, carinho, sonhar acordado, borboletas no estômago;
Adorável, homens altos, educação, carro novo, vizinhança;
Falar, conversar, telefone, conselhos;
Rir alto, reencontrar, negresco com creme de leite, cotidiano;
Companheirismo, lealdade, confiança, orla, lanchar no shopping, amizade;
Avião, altura, a barca, escuro, morte, sozinho;
Viajar, parque de diversões, emoção, mérito, dirigir, amar;
ser feliz + amigos + amor = não tem preço!

Cau

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A torcida é grande...


Para que você seja exageradamente feliz;
Para que não te falte grandes oportunidades;
Para que sobre tempo para apreciar grandes paisagens, conhecer novas pessoas, uma outra cultura, experimentar a culinária local e registrar cada segundo;
Para que você reflita sobre si mesmo;
Sobre o momento que está vivendo;
Para que tenha coragem e garra quando a saudade apertar o coração;
Que de lá volte outra pessoa mais segura de si, repleta de alegria
e de grandes e novas experiências...


BOA SORTE BISCOITINHO

AMO!

Cau

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ama ... é como morango e chantilly


Em tempos de manhãs ensolaradas, nas quais os raios solares incendiavam o seu sorriso via-se o reflexo como um espelho em distorção da real imagem. Ao guiar o olhar em direção ao horizonte: ah, esse parecia não ter fim!
- quem cria os limites somos nós mesmos. E que visão bela do infinito, romântico infinito com brisa perfumada, campos seguros e macios. O sabor, então, era inigualável nunca experimentado antes; incapaz de deixar produzirem cópias ou algo ao menos semelhante. Na realidade, era como se houvesse vida perfeito no interior a esfera de cristal que se quebrara. As estações não mudaram, o clima é o mesmo, porém a perspectiva nada compatível. Ousou-se experimentar por duas vezes o inesperado e se perder no canto das aves e balançar das árvores. Por vez negada se banhou da escuridão da noite e as portas se trancaram por mais uma vez e agora a encruzilhada. De um lado: medo e do outro a felicidade prometida. O primeiro amargo, solitário, confuso e sem gosto. O segundo espontâneo, aquecido, doce.
Imagens estáticas, doces lembranças... é verdade!
O sol pode mesmo invadir os espaços e iluminar um sorriso, esquentar o sentimento.
Ama o motivo do sorriso;
Ama a "despretenção" de estar;
Ama a disponibilidade de sentir;
Ama coragem e verdade de amar;
Ama a imagem criada;
Ama o gosto a representação, tão somente o ideal inventado!!!
é doce, uma combinação perfeita tão suave que produz inúmeras sensações como efemeridade, no entanto, no instante que se prova não se deseja deixar pra trás... morango e chantilly.
cathy

domingo, 26 de julho de 2009

Todas as cores


A noite estava colorida. Um colorido que há muito não se via. Tão inusitada estava que foi possível notar a passagem de alguns cometas “externalizando” uma beleza que somente esse céu possui. Os rostos se misturavam, no entanto, alguns sorrisos se destacavam na multidão contemplando a representação do mais belo em suas vidas.
O motivo? Talvez a explosão de alegria por estar na presença daquele que ama a companhia de amigos queridos e distantes, ou até mesmo pela emoção de mais uma vez se juntar a todos os outros.
A trilha sonora arranhava naquele lugar e não se encontrava a vontade, embora a voz que a embalava era dotada de tamanha autenticidade. Algumas letras estimulavam lembranças contidas motivando deliciosas gargalhadas mesmo daquele que se contraía negando conhecer a sua origem. Os mais sombrios por debaixo da mesa coreografava com os próprios pés.

Um dois nem três copos clarearam a face escura da amargura.
Quando a imagem mudou tudo foi festa literalmente familiar: cabelos, olhos, ritmo! Verde, florido, preto, azul, branco e cinza deslizaram no salão, por mais que o azul claro e o amarelo se esquivassem quase faltou espaço no grande vazio.
E lá em cima a felicidade estampada daqueles que não se quer ver. Dois é igual a um! Não há matemática e todas aquelas operações capaz de provar o contrário.
Como pintura seria um borrão, as cores até poderiam ser vibrantes muito mais pela intensidade que eram mostradas do que pelo “tom”. Era um branco que quando combinado com o restante tornava-se apagado e na soma com o amarelo (nem mesmo dourado... passava despercebido).
Tanto faz... Nada mais pode mudar o colorido ou o destino do arco-íris, pois que suas cores são fechadas numa dupla só. Para o olhar de quem está de fora será sempre preto e branco, preto no branco.



"eu preciso andar um caminho só

vou buscar alguém

que eu nem sei quem sou"


Cathy

quarta-feira, 17 de junho de 2009

São joão é na terrinha!!!!!!!!!!!!!!



A festa de são joão está chegando e dizem que nesta terra é a melhor época do ano, isto porque esse povo é forrozeiroooooooo!!!!! Então vamos curtir os festejos juninos e ariar a fivela, (rss)!!!!!

pra entrar no clima o forró da Estakazero:

Como é bom te ter

Ó menina prenda do meu coração

Como é bom sonhar

Com tu pegando em minha mão

Me levando pra outro lugar

Pra gente se em cama pra gente se amar

Quanto tempo sem te ter

Faz doer

Quanto tempo sem lêlêlêlêlêlêlêlêiê

As canções que eu te fiz

Numa frase que dizia assim

Encosta n'eu dá um cheiro n'eu

Seu corpo no meu corpo deixa doido eu

Encosta n'eu dá um cheiro n'eu

Seu corpo no meu corpo deixa doido eu!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

como pode ser?

O ímpeto, o estalo.
Não foi o alarme do despertar de seu sono profundo, mas algo forte o tocou. O susto que o fez acordar para as responsabilidades, para uma vida repleta de tarefas rotineiras, exaustantes fez emergir naquele momento o desejo de revirar-se... dá uma "reviravolta".
Vira, "revira-se"!
Aquele temporal que se instalou há tantos dias escureceu, umedeceu os ambientes, escondeu as verdades fingidas, transbordou as valas dos pensamentos teimosos, enxarcou elevadores e alma fez "mofo". Não havia naquele silêncio ensurdecedor outro ruído diferente das janelas a vibrarem de emoção pelo novo estado, o vento uivando levando boas novas.
Oito, nove, dez horas se passaram, no entanto, o tempo se imortalizara, estanque. O ponteiro dos segundos, talvez por preguiça ou pura falta de motivação simplismente não se agitava no relógio digitalizado.
Perdeu a noção do tempo.
Dez lances, incontáveis degraus quebraram o ócio, aqueceu o corpo e toda calmaria se tornou ofegante. A cada um que subia na marcha lenta adiava a necessidade imperiosa de decidir...
O corte de cabelo?
A moda do inverno?
A melhor mandiga?
O que faria no lugar dela?
Será que é paixão?
Esse é mesmo o melhor percurso?
(...)
As nuvens se derretiam em volumosos litros e litros, o dia substituia a noite, porém, o tempo continuava escuro. Ainda assim houve determinação na força do brilho do sol que há muito não se via, quase não deixando lembranças.
As palavras mais sensatas suavizadas pelo romantismo inerente ao ser e a coerência do estado de equilíbrio fizeram germinar as boas novas!
Os dias exibem um outro colorido depois que se notificou mais um erro, do arco-íris ao cinza. O pecado, esse não foi pelo excesso, mas pela contenção de algo que deveria ser esbanjado. O que poderia ser um buquet de rosas vermelhas, nem ao menos desabrochou o botão, pois a escolha feita foi pelas flores do campo de pouco conhecimento na região, de outros jardins mais distantes, embora com uma grande beleza e mudas enraizadas no canteiro de futuro promissor.
Como pode ser, então, os próximos dias no convívio do "SE"?
365 dias se completam, mais uma vez com um nó na garganta... primeiro aquela viagem de quilômetros a perder de vista, apenas observado através do olhar daquele que não se podia ver. Não se embala o desejo reprimido com este arranjo musical, mesmo tão conhecido. Aquele decepção superada, este dor e vazio desmedido.
Um pelo outro, mas nunca outro pelo um.
Cathy

sábado, 28 de março de 2009

vem renascido o amor....


Posso ouvir o vento passar,

assistir à onda bater,

mas o estrago que faz

a vida é curta pra ver...

Eu pensei..

Que quando eu morrer

vou acordar para o tempo

e para o tempo parar:

Um século, um mês, três vidas e mais

um passo pra trás?
Por que será?...

Vou pensar.

Como pode alguém sonhar

o que é impossível saber?

Não te dizer o que eu penso

já é pensar em dizer

e isso, eu vi, o vento leva!

Não sei mais

sinto que é como sonhar

que o esforço pra lembrar

é a vontade de esquecer...

E isso por que? Diz mais!

Uh... Se a gente já não sabe mais

rir um do outro meu bem então

o que resta é chorar e talvez,

se tem que durar,vem renascido o amor

bento de lágrimas.

Um século, três, se as vidas atrás

são parte de nós.

E como será?

O vento vai dizer lento o que virá,

e se chover demais, a gente vai saber,

claro de um trovão,se alguém depois

sorrir em paz.

Só de encontrar... Ah!!!

(- O vento - los hemanos).

Cathy

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

FELICIDADE


Alguem é capaz de medir o tamanho e a intensidade da felicidade?

É um momento feliz...

Um estar...

Tempo

Momento

Sentimento?

ah, sim... uma dádiva!

Uma explosão de emoções que transborda por nossa alma

Que aquece os corações e nos faz flutuar!

É fazer dos olhos de quem se ama um espelho;

É abdicar de tanto para colher mais tarde;´

Uma vitória;

Conquista...

É o que passamos uma vida para alcançar... FELICIDADE!!!


Cathy

sábado, 27 de dezembro de 2008

Adeus ano velho, feliz ano novo...

Mas um ano está chegando!!!
É tempo de renovar as forças e energias para uma nova jornada que se inicia. Novos planos, novas metas.
Alegrias, conquistas, tristezas, decepções que fazem parte de nossas vidas independente do dia, mês e ano.
Se despejamos tantas esperanças para o dia de amanhã, então por que não acreditar que o ano novo pode trazer grandes mudanças?
Para o ano que vem vou anotar em meu caderninho todas as coisas que não devo repetir, pois estas vão embora junto com o ano velho, já que trouxeram um aperto no peito. Vou utilizá-las apenas para refletir sobre as minhas atitudes pra que o saldo seja sempre positivo. E fazer muitos planos... incontáveis neste ano que transformará minha vida!
No próximo ano vamos plantar em nossas vidas apenas frutos positivos que nos traga alegria e aqueça nossos corações. Vamos dá valor àqueles que nos amam verdadeiramente e nos abrir para novas experiências. Curtir com prazer a presença daqueles que nos quer tão bem, nossos grandes amigos. Nunca esquecer do quanto amamos e precisamos de nossos familiares. Viver com mais saúde, com menos pressa, mais alegria. Telefonar, escrever, abraçar e acima de tudo sorrir bastante... enfim, nos RENOVAR!!!!!!!
FELIZ 2009!!!!!
cathy


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

esse olhar




O seu olhar mareado cintilavam devido as lágrimas que alí repousavam, mas não caiam sempre, apenas umedeciam um olhar esperançoso que vacilava sem direção. Grandes e arredondados levam consigo lembranças da lua cheia... dos amantes, das donzelas... Escuros da cor da noite que faz um par com esta lua.
São capazes de captar todas as belezas do mundo e guardar grandes segredos; aqueles nunca comentados.
Os seus poderes nunca foram além de provocar incontáveis derrotas naqueles "vilões" de coração de pedra, sem sentimentos, pois não trouxeram o grande amor que está presente nos seus sonhos de corpo e alma. Com carinha de criança e lacinho na cabeça, possui olhares reveladores que desejam expressar os desejos e sentimentos mais contidos, na tentativa de viver um grande amor, que foi negado, que não foi possível de acontecer ainda.

Cathy



domingo, 9 de novembro de 2008

a espera é....


Aqueles quatro ou cinco meses de pura fadiga, em que se acreditava não haver esperança para que certas obrigações fossem cumpridas, em meio a riscos, rabiscos, muita borracha utilizada ao fim... os dedos calejam em pressionar aquele material repleto de letrinhas donde suas idéias, palavras e teses são reproduzidas. Os olhos lacrimejam por permanecerem visualizando nada mais que textos. Aquela luz irradiante não vem do sol, pois se fosse remeteria à imagem do mar e assim, resplandeceria de tranquilidade!

Noites, e dias passam numa velocidade inalcansável, mas os desejos continuam presentes, porém projetados para o futuro.

Há muito não se pratica um esporte, ou outra atividade neste fim, apenas malham os dedos, nervosos de baterem no mesmos sentido, e a mente. Quantas saudades das noites perdidas, daquelas bebidas que os anos não trazem mais...

Agoram são prazos que fazem o tempo encurtar, o qual não é mais tão aliado. A solidão apertou, porque a vontade de estar entre aqueles que ama, reciprocamente, era maior, e só assim aquelas conversas proibidas, a falta de tato seriam finalmente expostas à mesa e retiradas do baú.

Nem aqui nem acolá, nem quilômetros a mais nem a menos serão capazes de transformar algo que se carrega lá no fundo, sem cor, som ou cheiro, maior nem menor, mas a presença é impertinente, mente e corpo em sintonia.

Mais quatro ou cinco meses pela frente.
Cathy

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Mulher sem razão - Adriana Calcanhoto


Saia desta vida de migalhas
Desses homens que te tratam
Como um vento que passou
Caia na realidade, fada
Olha bem na minha cara
Me confessa que gostou
Do meu papo bom
Do meu jeito são
Do meu sarro, do meu som
Dos meus toques pra você mudar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Ao cair da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio
Pára de fingir que não repara
Nas verdades que eu te falo
Dê um pouco de atenção
Parta, pegue um avião, reparta
Sonhar só não dá em nada
É uma festa na prisão
Nosso tempo é bom
E nem vemos de montão
Deixa eu te levar então
Pra onde eu sei que a gente vai brilhar
Mulher sem razão
Ouve o teu homem
Ouve o teu coração
Batendo travado
Por ninguém e por nada
Na escuridão do quarto
Ouve o teu coração
Ao cair da tarde
Ouve aquela canção
Que não toca no rádio

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Teu beijo, mil sensações


Um olhar, uma aproximação, um desejo, uma ficção, uma desculpa, uma determinação, enfim, o beijo. Seria impossível resistir ao seu toque, ao seu doce olhar e a tua boca que clamava pelos meus lábios. E pra que resistir? Nesse momento meus lábios já molhava os seus desertos e por entre línguas ía tentando preencher suas mais diversas lacunas. Sentia lentamente a maciez, a textura e o sabor de deslizar seus lábios sobre os meus. Ia te confortando a cada delicado toque e pouco a pouco desfrutava o misterioso labirinto que era entrar em sua vida. Havia público? Só conseguia enxergar você! O tempo corria, mas encontrávamos sentados a mercê das múltiplas sensações do nosso beijo. Nossos lábios não se largavam e nosso corpo tinha uma expressão insasiável. Os minutos iam passando e o desejo de explorar cada território desconhecido dos meandros do seu corpo me tomava conta. Aos poucos ia te sentindo e te querendo cada vez mais. Os leves toques tornavam-se precisos e firmes. Degustava cada região dos teus lábios, mas agora de forma voraz, como jamais quissesse te deixar. A essa altura, já não conseguia apenas te beijar. Novos caminhos ia percorrendo. Meus dedos, neste momento, já descobria seu pescoço e subia suavemente prendendo entre os dedos teus cabelos negros até a ponto de ter sua cabeça sobre meu controle, meu domínio. A recíproca também era verdadeira e teus hormônios tornava-o inquieto. Se conter já não era possível. Suas mãos passavam a percorrer minhas costas, desciam se apoiando em minha cintura e tinha até o atrevimento de brincar com o elástico de uma peça íntima. A sintonia era crescente e já me encontrava fazendo travessuras com seus lábios atráves de leves mordidinhas. Entrava no seu jogo. Estávamos possuídos de desejos, nossos corpos almejam se fundir. Aquele infindável beijo não tinha hora para acabar. De repente, algumas vozes são ouvidas: "Rapaz, você vai cair da cadeira!" Luzes se ascendem, público era notado e no incosciente ficou apenas a vontade de estar só eu e você. Após o susto, o clima se quebrou e Freud abandonou o casal, afinal, já era hora de ir pra casa.
"Teus lábios são labirintos, que atraem meus instintos mais sacanas..."
Mandinha